Praça da Sé, em São Paulo: moradores de rua e cachorros pedem ajuda

Cão macho que uiva toda vez que os sinos da Catedral da Sé tocam. Cena registrada na quinta-feira, dia 21 de maio de 2009, ao meio-dia.

Cão macho que uiva toda vez que os sinos da Catedral da Sé tocam. Cena registrada na quinta-feira, dia 21 de maio de 2009, ao meio-dia.

            

Amigos e amigas, os moradores de rua e os cachorros que vivem na Praça da Sé pedem ajuda. O que acontece no marco zero da cidade é uma situação lamentável para pessoas, idosos e crianças, e para os seus animais. Estive nos últimos dias fazendo reportagem sobre moradores de rua que vivem na Praça da Sé e na Praça Clóvis Bevilacqua, ao lado da Igreja do Carmo.

Todos os cidadãos e os governos deveriam fazer um esforço para ajudar os moradores de rua do Centro e também os seus animais. Na quarta-feira, testemunhei uma cena lamentável: uma cachorra no cio em plena Praça da Sé. Ela atraiu cinco machos e quase provocou acidente na avenida Rangel Pestana. Não é isso que queremos para a cidade! Cachorros devem ser castrados, doados e viverem com seus donos. Crianças não devem viver em nenhuma hipótese nas ruas, sobretudo em uma cidade de economia pujante como São Paulo. Há também nestes dias na Praça da Sé uma fêmea que teve seis filhotes na parte norte da praça da Sé, portanto diante da Catedral.

Conheci uma mulher, Silvia Helena da Silva, de 47 anos, funcionária pública do Centro, que ajuda voluntariamente estes animais, pagando vacinas e levando alguns para castrar. Ela é uma protetora anônima e está quase sempre na praça Clóvis Bevilácqua. Que Deus lhe dê sempre forças em sua generosidade!

Quem quiser ler a reportagem sobre os moradores de rua basta acessar www.dcomercio.com.br, matéria publicada na sexta, dia 22 de maio de 2009, que fala sobre o Espaço de Convivência, novo modelo de atendimento lançado pela Prefeitura no Parque Dom Pedro II.

Vejam as fotos que fiz nas praças da Sé e Clóvis Bevilácqua.

Abraços em todos,

Ricardo Osman

 
Cachorrinho conhecido como Felipe Dylon, vive com um morador de rua, e tem coleira e guia. CachorrosPraçadaSe 011

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